Problema
Um maestro (Codex ou Cursor) precisa delegar trabalho a workers OpenCode com ciclo de vida explícito: planejar, iniciar, acompanhar, responder, cancelar e recuperar, sem recursão infinita de agentes.
Restrições
Tudo é local. O daemon autentica em loopback. Há limite global e por workspace. Tarefas interrompidas precisam ser reconciliadas. Corrupção de estado não pode virar escrita cega. No caminho feliz: um worker OpenCode por vez, sem decomposição automática que deixe o maestro sem controle.
Decisão
Implementação em Go: gateways MCP por stdio, daemon único, máquina de estados e executor FIFO. Persistência em SQLite com WAL; artefatos em JSONL. Adaptador OpenCode com servidor como caminho principal e CLI como fallback. Isolamento contra delegação recursiva e diagnóstico somente leitura se o estado corromper.
Estado atual
Repositório com testes, ADRs e benchmarks. A orquestração funcionou. As medições publicadas no próprio projeto não confirmaram a hipótese de reduzir tempo e custo.
Limitações
É um experimento. Não afirma ganho de produtividade de engenharia de agentes em produção. O resultado negativo da hipótese faz parte do artefato.